
Gosto de guardar memórias!
E ultimamente com todos os “re-stylings”, “re-designs” e “re-não sei mais o que” que vêm a ser feitos, tenho perdido muitas das referências automóveis que tinha.
Salvo raras excepções as versões originais são muito mais interessantes. Aliás não percebo muito bem a moral das empresas que lançam versões novas de clássicos, pois se os “chineses” copiam berram e dizem que não investem em I&D e depois fazem pequenas aberrações como é exemplo a nova versão do Renault Twingo.
Felizmente o Ford Capri conseguiu fazer 40 anos sem que lhe fazerem um peeling.
Até podem fazer uma versão nova, mas mantendo a estética.
OK, não precisamos de motores ultrapassados, nem de vidros à manivela (embora até ache que daria um ar charmoso ao carro
).
Os meus parabéns à malta da Ford por não ter ido na onda de arredondamento de clássicos, destruindo mais um mito.
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